Dominicaos no Carmo 13

Num domingo a tarde que a gente vê as coisas boas da vida. Poder tocar num espaço íntimo, vendo as reações, os olhares, os sorrisos e depois ainda poder comer uma torta com o pessoal e trocar aquela ideia. É muito bom! Dominicaos foi isso. Um belo domingo!
Devo assumir que foi um prazer poder tocar com o Laia Gaiatta. Recomendo! 🙂

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Algumas setas apareceram por aí

É o sinal de um caminho lento e longo acompanhando os pés de quem segue.

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Projetos

Agora que a vida real voltou a sua normalidade, começo a trabalhar nos novos projetos. O mais próximo é o lançamento do cd “Live in Hook” gravado em Madrid. Todo o conteúdo será disponibilizado gratuitamente na internet com direito a encarte virtual com letra e foto. Fora isso, estou elaborando um projeto um tanto quanto perigoso para o clipe de “Brindamos o Fim do Mundo” que promete ou estragar minha câmera ou alcançar um efeito muito interessante. Outras coisas pairam no ar e estarão tomando corpo devagarinho. Pouco a pouco as criações vão tomando corpo e independência nesse mundo maluco da internet.

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O som ao vivo.

Fazer o show ao vivo no Hook foi extremamente divertido. O pessoal estava empolgado, cantando junto, participando. Nào podia ter sido melhor, mas como um áudio fala mais do que mil textos, disponibilizo aqui o audio do show na integra. Não foi à toa que essa noite foi tão boa. Escute, divirta-se. Esse dia foi feito com muito amor.

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N músicas no N Design BH

O N é o encontro nacional dos estudantes de Design que acontece todo ano em algum estado do Brasil. Ele reúne cerca de 2500 estudantes de design por uma semana para discutir, pensar, interagir e se divertir juntos. É um dos eventos mais interessantes e divertidos que pude participar em minha vida. Ano passado, pela primeira vez participei de um N (que foi no Rio). Fui como um estudante de publicidade perdido no mundo e curioso. Sai de lá repleto de amigos e de novos admiradores das minhas composições. Desde então, participo sempre dos eventos de design com meu violão de baixo do braço. Já fui para um R (encontro regional) em Caruaru, para um ENED (em Portugal) e agora fui para o N deste ano, que foi em Belo Horizonte. Naturalmente levei o violãozinho e aproveitei para mostrar pro pessoal o novo set-list do caminho de Santiago.
A receptividade não poderia ter sido melhor. Até teve um dia que com a ajuda de uns amigos, tocando no alojamento, juntamos 3 reais de esmolas. Deu até para beber uma cerveja de comemoração e tudo!
No retorno de 24 horas de viagem de BH para Salvador, durante umas horinhas de insonia toquei quase meu repertório inteiro para os ouvidos atentos dos meus caros amigos baianos. E na manhã seguinte, nas últimas e agoniantes horas de viagem, peguei o violão mais uma vez e fui tocando até cansar. Desta vez, de quebra, havia uma câmera que filmou histórias e músicas diversas sob o controle de Bruno, que tem colocado estes vídeos no Youtube. Pois então venho aqui para mostrar um dos vídeos que mostra a história e a música “Até Marte” que faz parte das novas músicas do caminho de santiago. Divirtam-se!

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As músicas do Caminho de Santiago.

O Caminho de Santiago não é sobre chegar, é sobre estar indo e sobre o que se vai fazendo enquanto se vai. Uma das coisas que me propus para essa ida foi fazer uma música por noite durante 9 noites. Tarefá difícil, mas não impossível.
Diariamente eu caminhava de 20 a 29 km, sem contar com todo o processo de chegar, lavar roupa, comer… Depois de absolutamente tudo, quando eu finalmente tinha calma, procurava um lugar tranquilo para compor. Houve dias em que eu estava diante de montanhas na tranquilidade do canto dos pássaros, outros que tive que lutar contra crianças gritando com os pais e aspiradores de pó para conseguir compor algo. As inspirações foram diversas e no final das contas, todas as músicas brincaram um pouco com o que acontecia e com o que eu pensava enquanto andava.
Toda a caminhada foi muito intensa e o próprio fato de levar um violão, já foi marcante. Ao longo do caminho, pessoas do mundo todo perguntavam sobre a música, o que eu tocava, se podiam ouvir… E sempre quando dava, eu tocava. Teve um dia que eu cheguei a tocar numa sala comum para uns 10 peregrinos que descansavam seus pés escutando “O que me fez cantar”, “Cascata matinal”, “Praia em Braile”, “Que paz?” entre outras das mais calmas.
No final do caminho, meu objetivo foi duplamente cumprido. Cheguei em santiago e fiz minhas nove músicas. (“Da montanha”, “Mundo canibal”, “Que paz?”, “Mas que preguiça”, “Tutti-frutti”, “Filme realista” e “Até Marte”, “Vem” e “Andei andar”)Agora começo o processo de gravação para poder mostrar para todos os amigos e interessados o que fez meu caminho de santiago.

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Por Portugal houve música

O que eu mais fiz com um violão até hoje foi tocar para amigos, família e recém conhecidos. Sempre que posso apresento uma e se gostarem, toco outras.
Essa semana fui para Guimarães em Portugal encontrar umas amigas que conheci em Coimbra. Lá passamos quatro dias em um evento de design que serviram como início de uma amizade que já mostra suas raízes. Parte do que marcou essa breve passagem por terras portuguesas foi as músicas que toquei nas madrugadas ébrias acompanhadas por mussolinis e cervejas geladas.
Agora que se passaram mais de dois meses desde aqueles quatro dias, fui com um amigo encontrá-las em uma viagem de norte a sul de Portugal. Lá pude ter a felicidade de tocar de novo minhas músicas para essas pessoas (já tão queridas) que me receberam tão intensamente com um banho denso e inesquecível de carinho.

Foram dias excepcionais.

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